REFLEXÃO
Prodígio significa "generoso". O amor de Deus é pródigo- generoso- para nos perdoar.


EM ABRIL
Um passarinho nos contou que no início do mês de abril, o prefeito Mário Heins deve divulgar o nome do secretário de Desenvolvimento Econômico. Atualmente esse cargo vem sendo acumulado pelo secretário de governo, Gilmar Margato.


ENGLER-CANDIDATO A VICE
A bancada do PSDB na Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo) definiu seus candidatos à presidência e vice-presidência da Casa nas eleições que se realizarão no próximo dia 15, às 15 horas. O deputado Barros Munhoz vai disputar a presidência, enquanto Roberto Engler postulará a vice. A decisão ocorreu na reunião de quarta da bancada. Depois da indicação de Munhoz, Engler foi aclamado pelos tucanos. "Esta foi uma vontade expressada inicialmente pelo nosso candidato a presidente que, agora compartilhada de forma entusiasmada por todos os companheiros, nos dá uma alegria e uma responsabilidade muito grande em não desapontar, acima de tudo, a expectativa do partido. Vamos aguardar a eleição e a opinião de todos os colegas de Assembléia e conferir se essa alegria e essa responsabilidade se concretizam no âmbito de toda a Casa", disse Engler. Ainda na reunião de quarta, a bancada do PSDB reelegeu por mais um ano o deputado estadual Samuel Moreira para a liderança do partido na Assembléia.


EM CONJUNTO
O prefeito de Americana, Diego De Nadai, está discutindo, em conjunto com os municípios da Região Metropolitana de Campinas (RMC), a implantação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Habitação, que deverá ser lançado pelo Governo Federal. O objetivo é unir esforços e apresentar projetos e áreas para a construção de casas populares. Para Diego, as reuniões são importantes para unir os municípios em um assunto tão importante para a população. "O déficit habitacional esta entre as grandes discussões da grande na RMC e precisamos ter projetos que atendam esta demanda. Para isso, vamos nos empenhar ao máximo para garantir recursos para Americana e toda a região".Na última quarta-feira em Campinas, representantes das prefeituras da região discutiram as questões jurídicas e técnicas que poderão constar do PAC da Habitação, como aprovação e regularização de áreas para novos loteamentos de interesse social, preparação da documentação, entre outros itens. Segundo o secretário de Habitação, Wilson Gomes, a Administração está empenhada em buscar informações a respeito dos critérios que deverão ser adotados para do município ao plano. "Assim, estaremos adiantados nesse processo quando o plano for lançado, garantindo a construção de moradia popular para as famílias que esperam por uma casa".


PEQUENA EMPRESA
O faturamento médio real das micro e pequenas empresas (MPEs) paulistas registrou queda de 16,5% em janeiro deste ano em relação a janeiro de 2008, de acordo com a pesquisa Indicadores Sebrae-SP. O resultado é o pior registrado para o mês de janeiro nos últimos sete anos. Em média, as MPEs faturaram R$ 14,3 mil em janeiro, enquanto em janeiro do ano passado a média foi de R$ 17,4 mil.O setor mais afetado pelos efeitos da crise internacional foi o industrial, com retração de 20,7%, a maior em 12 meses, seguido por comércio e serviços, que registraram quedas de 19,6% e 5,6%, respectivamente. Na indústria, os subsetores mais afetados foram os de bens de consumo duráveis e bens de capital (máquinas e equipamentos). Por região do Estado, o recuo no faturamento foi maior nas micro e pequenas empresas do ABC: 21,1%. Já nos estabelecimentos da cidade de São Paulo a retração foi de 18,2%.Segundo Marco Aurélio Bedê, economista do Sebrae-SP, os segmentos de atividade mais prejudicados foram os que dependem das vendas a prazo. Como exemplo, ele cita produtos de metal, insumos industriais básicos (borracha, plástico, química, madeira, metalurgia básica), máquinas e equipamentos, aparelhos e materiais elétricos, autopeças e comercialização de veículos.Entre os motivos apontados como responsáveis pela queda brusca no faturamento das MPEs paulistas estão o impacto da crise financeira internacional na economia brasileira, a dificuldade de acesso ao crédito e a reação conservadora das empresas e dos consumidores em relação a investimentos e consumo.


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