Variedades
Canta Santa Bárbara traz 'Banana Split' para
a Estação Cultural
No próximo domingo, 25 de abril, acontece mais uma edição do Canta Santa Bárbara na Estação Cultural, evento promovido pela Secretaria de Cultura de Santa Bárbara d´Oeste que busca promover novos artistas barbarenses, a partir das 9h00, com entrada gratuita.
Nesta edição, o evento conta com apresentações de artistas locais e da região, como os grupos "Douglas e Davi", "Tião Felício e Ercao", "Vagner Rosada e seu teclado" e a grande atração será o grupo "Banana Split", formado na década de 90, revelou grandes estrelas da TV como Adriana Colin, Eliana e Marcia Alves. Atualmente se encontra em sua quinta formação, com meninas lindas e talentosas com uma nova produtora. O grupo já se apresentou no Brasil e também no exterior e pela primeira vez estreia em Santa Bárbara na Estação Cultural.
O destaque cultural será dedicado ao Zé da banda Kactus que há 16 anos se apresenta em toda a região com um repertório variado, agradando a todos com músicas de samba, pagode, bolero, orquestra, românticas, country, sertanejo, anos 60, Axé, dance, rock e reggae
Criado em fevereiro de 1997 pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, o projeto "Canta Santa Bárbara" pretende dar oportunidade aos músicos barbarenses, que estão iniciando a carreira, além de trazer show de grandes artistas da música de raiz gratuitamente na Estação Cultural.
A Estação Cultural fica na Av. Tiradentes, nº02 - Centro - Santa Bárbara d'Oeste.
Após 5 anos, Cidade Negra lança álbum de inéditas
Quando Toni Garrido decidiu deixar o Cidade Negra, no início de 2008, para cantar sozinho, Da Gama (guitarra), Lazão (bateria) e Bino (baixo) chegaram a cogitar montar um concurso no "Caldeirão do Huck", na TV Globo, para encontrar novo vocalista. Cinco meses depois de Toni, foi Da Gama quem anunciou sua partida para tocar solo. Depois de algumas audições, Lazão e Bino optaram, então, por um jovem de Belo Horizonte, que, além de cantor, é guitarrista. Alexandre Massau faz sua estreia na banda com o CD independente "Que Assim Seja". É o primeiro de inéditas desde 2005.
Os requisitos da vaga eram: cantar bem, ser compositor, tocar guitarra, conhecer a história do reggae e do Cidade Negra. Com passagens pelo grupos mineiros Berimbrown e Preto Massa, Massau, que, por falta de dinheiro e oportunidade, nunca havia assistido a um show do Cidade Negra, passou no teste com louvor. "Cheguei, o Da Gama resolveu sair, e pensei: ''será que os caras vão ficar? Será que não vai sair mais alguém?'' Mas Lazão e Bino me deram certeza de que iriam continuar essa história", conta Massau, 31 anos, mais novo do que os seus dois companheiros: Lazão tem 46 anos e Bino, 40.
Um trio pela primeira vez desde a formação, em 1986, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, (com Ras Bernardo como vocalista), o Cidade foi para o estúdio, começou a compor e logo deu-se a liga. "Quando você conhece alguém, sente logo qual é a verdadeira energia da pessoa. Musicalmente, nos demos muito bem. O Alexandre Massau chegou com uma letra no violão e eu já fui continuando", lembra Lazão.
Todas as 12 composições são assinadas pelo trio. As letras mantêm as temáticas caras à banda: crítica social, espiritualidade e amor. Em algumas canções, o timbre de Massau se revela semelhante ao de Garrido. "Sempre quis ter uma banda. Não me vejo substituindo o Toni. Temos as mesmas bases, a mesma escola. Mas o que vejo é uma oportunidade que me deixa muito orgulhoso", diz Massau.
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