Cartas


O PREÇO DA VELHICE

Na tarde de sábado, por volta das 17 hs., no retorno de uma visita aos nossos chamados para o Oriente Eterno, também conhecido como a Última Morada, eu aguardava na calçada, na feixa de pedestres, a oportunidade para a travessia; uma senhora ou senhorita estacionou seu veículo e me deu sinal para que atravessasse (Av. Pérola Byngton com Av. Bandeirantes na "FEPASA"), porém, o condutor da veículo que estava atrás, meteu a mão na buzina. Já do outro lado na calçada, virei-me para ver quem poderia ser, um jovem que gritou " OH VEIO, O QUE FAZ NA RUA UMA HORA DESSA, ATRASANDO O NOSSO TRANSITO" apenas ri indignado, mas confesso que se portador de uma arma de fogo, estaria feita uma desgraça. E a mãe do infeliz daria entrevistas à imprensa que seu queridino era um bom filho, educado e ótimo motorista. Daí a Justiça me trancaria, pelo menos, por doze anos com o agravante de não ter a vítima tempo de defesa, etc. etc. etc.
Esse é o preço da velhice no Brasil (há exceções claro).Onde estaria o ensinamento dos pais para o respeito aos mais velhos?. Onde estarão as aulas de CIVILIDADE dadas pelos queridos professores José Rodrigues e
Ulisses Valente? Quando as nossas Auto-Escolas insistirão com os futuros motoristas sobre o respeito à faixa de pedestres? . Para quê a nossa Prefeitura gastar tanta tinta nas faixas, se ninguém as respeita ?.O famoso slogan "aqui tem cidadania" estaria abaixo de "0". para não escrever outra coisa né.

EXEDIL TAILORS

 


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