Variedades


Selton Mello grava nova série da Globo

em cidade histórica

As ruas da cidade histórica de Diamantina (MG) serviram de cenário para a série "A Cura", que a Globo estreia após o fim da temporada de "Justiça para Todos".
Uma equipe de cerca de 150 pessoas ficou na localidade durante cerca de três semanas.
Segundo o diretor Ricardo Waddington, cerca de 80% do elenco é mineiro. "Queremos este interior do Brasil na série", disse.
A trama, de João Emanuel Carneiro, narra a história de Dimas Bevilláqua (Selton Mello), que, quando criança, é responsabilizado pela morte de um colega e vai estudar em um colégio interno em São Paulo.
Adulto, ele se forma em medicina e retorna a Diamantina, onde descobre que tem uma capacidade curativa que foge à ciência. Contudo, os pacientes que ele cura aparecem mortos depois.
A série terá nove episódios, nos quais ocorrerão situações sombrias e enigmáticas.
"A semente da história é essa dúvida quanto à índole do nosso protagonista. Quero criar um universo com sua mitologia própria", explica o autor.


Investidores devem apostar em 3D em vez de bilheterias

Em lugar de apostar nas instáveis bilheterias de cinemas, a melhor aposta dos investidores pode estar nas empresas que tornam possível assistir e exibir filmes em três dimensões.
Com o entusiasmo pelo 3D no cineplex local --graças em larga medida a "Avatar", de James Cameron--, a RealD, principal fornecedora de equipamento de projeção 3D às salas de cinema dos Estados Unidos, deve chegar ao mercado em 16 de julho, e as expectativas quanto à sua oferta pública inicial de ações são fortes.
Analistas aconselham a compra de ações de empresas de infraestrutura como a RealD, por enquanto, em lugar de apostar no sucesso de filmes nas bilheterias ou nas cadeias de salas de cinema que estão gastando bilhões de dólares para atualizar equipamentos e projetar filmes 3D.
"O mercado 3D é um mercado de crescimento embrionário, por enquanto. Se o investidor optar cedo por uma companhia que venha a dominar o segmento, pode se sair bem,' disse Francis Gaskins, presidente da IPOdesktop.com.
Os analistas percebem joias ocultas entre os fornecedores menores de hardware e serviços, a exemplo da RealD. Preferem empresas que se concentram em hardware que ajude a atualizar ou converter filmes ao modo 3D, ou que forneçam tecnologia para exibi-los.
Larry Gerbrandt, sócio diretor da Media Valuation Partners, comparou a situação com a do boom da TV de alta definição, quando companhias como a Grass Valley, unidade da Technicolor que produzia os aparelhos de transmissão necessários à transição, se tornaram os primeiros beneficiários.
"É mais uma jogada de infraestrutura, por enquanto. Não se pode apontar para uma empresa específica e dizer que ela será 'a' jogada no segmento 3D", disse. "Vai ser uma daqueles processos pelos quais, com o tempo, a infraestrutura toda será atualizada para 3D."
O negócio do cinema em 3D disparou depois que "Avatar" se tornou o filme de maior bilheteria em todos os tempos. Hollywood agora tem um calendário lotado de estreias fortes em 3D, como "Toy Story 3". E os cinemas estão correndo para atualizar suas telas de forma a exibir produções em 3D --um negócio estimado em US$ 3 bilhões apenas na América do Norte.


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