Polícia


Mulher de S. Bárbara morre em acidente

na Rodovia SP-304

O Santana ficou destruído e Dorvalina morreu no local

Um grave acidente automobilístico foi registrado no final da tarde de anteontem, na altura do km 208, da Rodovia SP-304, entre as cidades de São Pedro e Santa Maria da Serra, envolvendo um caminhão e um Santana de Santa Bárbara d'Oeste, que resultou na morte de uma mulher.

COLISÃO
Conforme relato de testemunhas, Sebastião Fernandes da Silva, 51 anos, conduzia o veículo Santana, placas BNT 0258, tendo ao seu lado sua esposa Dorvalina Miller da Silva, 65 anos. Além de utilizar o acostamento da rodovia, o carro estava na contramão de direção, antes de ter sido atingido pelo caminhão Mercedes Benz, conduzido por Fábio Santana de Moura, 30 anos, de Bernardino de Campos.
O condutor do caminhão relatou que não deu tempo de fazer nada. Disse que quando viu o Santana pensou que o condutor ia adentrar em algum sítio nas imediações. Fábio comentou que praticamente foi obrigado a bater para não colidir com outro caminhão que seguia no sentido oposto. "O carro pegou na lateral do caminhão. Ao descer vi que o homem gritava muito e estava preso nas ferragens e a mulher estava morta", disse.
Devido a forte chuva, funcionários do DER, bombeiros tiveram dificuldades para retirar as vítimas do carro. O corpo de Dorvalina foi levado para o IML de Piracicaba e Sebastião para o hospital de Piracicaba onde até ontem a tarde permanecia internado na UTI. O casal residia na Rua Analândia, no Bairro São Joaquim.


Guardas alegam que foram agredidos e autor contesta

Um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) foi registrado na noite de anteontem no plantão policial sobre um caso de agressão onde aparecem como vitimas os guardas civis Luis Fernando Alves de Amorim, 32 anos e Elisangela A. Cambra, 36 anos, e como um dos acusados Washington L.Vieira de Aguiar, 34 anos.
Pelo relato da guarda Elisangela, realizava patrulhamento no Conjunto Habitacional Roberto Romano, quando defronte ao bloco 60 notou um veiculo com som alto, que saiu e foi acompanhado, não obedecendo sinal de parada. O carro somente parou defronte a casa de Washington e este teria descido partindo na direção da guarda, agredindo-a. Ocorreu uma luta corporal e o acusado teria tentado tirar o revolver do GC Amorim. Chegaram outras pessoas que passaram a agredir os guardas, com chutes.O acusado teria desferido uma mordida na mão de Elisangela e puxado seus cabelos.
Foi necessário reforço de viaturas para controlar a situação e os envolvidos levados ao plantão.
Washington apresentou sua versão dizendo que estava ouvindo musica em seu carro e resolveu ir embora, parando defronte sua casa e não percebeu que a viatura da guarda lhe havia dado sinal de parada. Desceu para abrir o portão, quando a viatura encostou e a guarda muito brava passou a dizer que ele não havia respeitado determinação e lhe aplicou uma gravata. Ele se debateu para poder se livrar e negou ter desferido uma mordida na mão da guarda e que seus amigos apareceram e tentaram conter as agressões .No TCO consta que o acusado não possui carteira de habilitação (CNH).


REFORÇO DE SEGURANÇA

A Guarda Civil Municipal, iniciou ontem uma ação de reforço à segurança urbana no Conjunto Habitacional Roberto Romano, na zona sul da Cidade. Diversas viaturas e patrulheiros foram destacados ao local para garantir a tranquilidade da população moradora daquela região.
De acordo com o secretário de Segurança, Trânsito e Defesa Civil, Paulo Jodas, a medida foi determinada para a realização de uma análise e diagnóstico das condutas identificadas naquela região pela Guarda Civil Municipal.
O reforço no patrulhamento vai se estender aos bairros vizinhos, como Rochele 1 e 2. "Não há rua, praça e bairro em que a Guarda Civil Municipal não entre e realize seu trabalho, respeitando os cidadãos de bem e agindo dentro de sua função", concluiu Jodas. Segundo ele, o relatório será encaminhado às autoridades competentes.


Trio assalta casa no Residencial Furlan

Assaltantes voltaram a agir no Residencial Furlan.Na noite de terça-feira, J.C.J., 41 anos, chegava em sua casa, quando foi abordado por três desconhecidos que ocupavam um gol preto. Eles trajavam blusas com tocas e dois deles portava revolveres. Obrigaram que a vítima adentrasse em sua casa onde renderam sua esposa e uma filha de 3 anos.Todos foram trancados num dos quartos.
Os ladrões apoderaram-se de notebook, DVD, dois telefones celular, documentos, R$ 700 em dinheiro e das chaves de dois carros. Um quarto integrante da quadrilha dava cobertura do lado de fora em um Corsa.

Residência furtada
Ainda na terça, foi furtada uma casa no mesmo bairro. Arrombaram a porta dos fundos da casa de D.A.V., 20 anos, e furtaram um notebook, playstation II e uma bolsa.


Fugitivo é detido no Nova Conquista

No início da noite de anteontem, os guardas civis Douglas, Moraes e José detiveram na Rua João Eduardo Macknight, no Loteamento Nova Conquista, David Cardoso da Cruz, 28 anos, servente, morador no Jardim Pérola, que era procurado da justiça. Ele cumpria pena no Presídio Ataliba Nogueira e sai de benefício para o dia das mães e não retornou mais. Apresentado no plantão policial foi levado para a cadeia de Sumaré.


Moto furtada é encontrada no Romano

As 22h20 de anteontem, os guardas civis Cainelli e Bandeira foram acionados a comparecerem ao bloco 90 do Conjunto Habitacional Roberto Romano, onde haveria uma moto produto de furto. Sob a escada que dá acesso aos apartamento do bloco, encontraram uma moto Honda, placa DGF 2473 e através do chassi constatou que a mesma era produto de furto em Americana dia 8 de julho.


Homem é condenado por matar pit bull após ataque

O segurança Mario Marcelo Silvério foi condenado a dois anos de prisão em regime aberto pela Justiça de Ribeirão Preto, por matar um pit bull em 2009. Ele recorreu ao Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo, mas a pena foi mantida recentemente - a Corte só diminuiu a multa que ele terá que pagar, de dois para um salário mínimo.
Ainda cabe recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), mas o advogado dele afirmou que vai esperar a publicação do acórdão do TJ, que foi unânime na manutenção da condenação, para analisar com seu cliente uma possível apelação.
O segurança conta que numa manhã, quando abriu o portão eletrônico, viu de dentro de seu carro um pit bull invadir o quintal e atacar seu cão da raça pincher. A mulher do segurança, que se recuperava de cirurgia, correu para dentro de casa. Ele ainda foi mordido na perna esquerda. "Dei uma paulada no cão, mas ele nem sentiu", recorda. Então, como último recurso, entrou em casa, carregou uma carabina calibre 22 (espingarda esportiva, registrada) e disparou contra o pit bull. O cão saiu e morreu na rua, um pouco além de sua casa, no Jardim Jóquei Clube. "Nem sei onde o tiro pegou."
Silvério informou que o pit bull vivia na rua. "O dono do cachorro não apareceu até hoje", diz o segurança, que naquele dia saiu para registrar o boletim de ocorrência no 2º Distrito Policial (DP). Porém, vizinhos acionaram a Polícia Militar (PM), que entrou em sua casa e apreendeu a arma.
O segurança afirma que atirou no pit bull dentro de seu quintal, mas a versão da PM era que ele tinha disparado na rua. Ele então foi indiciado no artigo da lei que determina pena de dois a quatro anos de reclusão e multa a pessoas que efetuarem disparos de arma de fogo em rua ou local habitado.
O segurança ainda pode ter que arcar com as despesas das custas processuais, no valor de 100 Unidades Fiscais do Estado de São Paulo (Ufesps). Para o advogado, mudar a decisão no STJ não será fácil.


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