Variedades
André Valadão se apresenta em
SB no próximo sábado
O cantor gospel André Valadão, reconhecido em todo o país, se apresenta no próximo sábado, dia 24, no União Barbarense no salão da Rua dos Girassóis, a partir das 21h30. Além do show principal haverá também a apresentação de bandas da região como a Banda SL04, o Grupo de Coreografia Eterna Glória, Grupo Meninas dos Olhos do Pai e o Grupo Yeshua.
De acordo com o organizador do evento, Jonatas Alves de Carvalho, os ingressos serão vendidos até domingo (18) no valor de R$ 15 em uma barraca armada para divulgação do evento na 2ª Expo ChocoMilho na Praça da Migração. “A partir de segunda-feira, serão vendidos os ingressos do segundo lote, no valor de R$ 18. Os camarotes com direito a água, refrigerante, salgado e o espaço vip pode ser adquirido por R$ 50 individual”, explicou.
Além do show principal que está marcado para às 22h, haverá a apresentação de malabaris e pirofagia na entrada do salão. “A expectativa é que de quatro a cinco mil pessoas prestigiem o evento”, acrescentou Carvalho. No local haverá também um bar onde serão vendidas comidas e bebidas, além de sorteios de brindes.
Aos 31 anos, André Valadão, é um ícone da música gospel brasileira. Com sete anos, ele já cantava e tocava. Compositor de todas as canções gravadas em CD ao longo de cinco anos de carreira (com exceção do CD Clássicos), André Valadão já viajou por mais de 350 cidades em eventos nacionais e internacionais falando de fé e cura na vida das pessoas. Mais de um milhão de CDs e 150 mil DVDs foram vendidos ao longo de sua carreira. Referência na música gospel, André Valadão, é nome certo nas rádios cristãs em todo o Brasil. “Este show em Santa Bárbara será diferenciado, além de cantar ele vai tomar piano e a banda estará completa”, comentou o organizador.
Os interessados poderão adquirir os ingressos antecipados em Santa Bárbara d´Oeste na Rua Floriano Peixoto, 634 e na Avenida da Indústria, 694. Em Americana no endereço Rua Washington Luiz, 82. Mais informações com Jonatas Carvalho pelos telefones (19) 9192-9743 e (19) 8821-5359. Crianças até sete anos não pagam entrada.
SDE abre processo contra Ecad por suspeita de cartel
A Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça abriu processo administrativo contra o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) por possível formação de cartel, segundo despacho publicado ontem no Diário Oficial da União (DOU). O Ecad é formado por seis entidades do setor de cultura e é responsável pelo recolhimento e distribuição dos direitos autorais de música no País.
Apesar de se tratar claramente de um monopólio nessas atividades de coleta e distribuição, que já foi julgado e autorizado, não há nada do ponto de vista legal que subsidie ações da Ecad, como, por exemplo, a fixação de valores de cobrança para a execução de músicas em programas de televisão, rádio ou mesmo em eventos públicos.
"Decido pela instauração de processo administrativo em desfavor dos representados para apurar possível ocorrência de infração à ordem econômica", escreveu a secretária Mariana Tavares de Araújo, no documento. Ela negou, no entanto, pedido de medida preventiva formulado pela Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA), de suspensão das cobranças do Ecad, em caráter liminar.
O processo administrativo da SDE foi originado por uma representação feita pela ABTA, que contesta a competência do Ecad para fixar valores de direitos autorais, considerados abusivos pela associação e sem conexão com a realidade. "O problema é que o Ecad impõe às TVs por assinatura a cobrança de 2,55% sobre o faturamento total das empresas. Dá uma fortuna", criticou Alexandre Annenberg, presidente da ABTA.
Tomando por base o faturamento de R$ 7 bilhões do setor em 2009, o valor arrecadado pelo Ecad foi de cerca de R$ 180 milhões só no segmento de TV paga. "É um valor muito alto, incompatível com o valor de mercado", reclamou Annenberg.
O maior problema, segundo o ABTA, é a forma de cobrança, pois o pagamento de direito autoral incide, inclusive, sobre canais que não teriam essa obrigação de fazê-lo, como canais esportivos, por exemplo. Segundo Annenberg, a ABTA chegou a fazer uma proposta ao Ecad de pagamento de 2,55% sobre o custo dos canais que transmitem músicas, mas não houve nenhuma "receptividade".
Mesmo que a SDE não tenha suspendido a cobrança da taxa, a ABTA considera que o processo terá desdobramentos importantes. "O ponto principal é que o Ecad acabou se tornando um monopólio. Em outros países, há várias entidades que cumprem esse papel", observa Annenberg. "Finalmente, a questão está em xeque", comemorou.
Após a averiguação pela SDE, o processo pode ser encaminhado para julgamento no Conselho Administrativo de Defesa da Concorrência (Cade), caso haja a constatação de que o Ecad está agindo em desconformidade com a lei.
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