Esportes
União Barbarense dominou, mas não soube vencer o líder São João

Sabedor que precisaria somar 3 pontos, o União Barbarense não se intimidou e partiu em busca do gol. Criou algumas chances, mas o goleiro Emerson apareceu bem e evitando pelo menos 3 gols. Uma alteração ocorrida aos 17 minutos do 2º tempo, com a saída de Emilio, o técnico Paulo Roberto foi duramente criticado pela torcida. Esse empate sem gols tirou o União da zona de classificação. Abusou nos erros de passes.
LEÃO DA 13 FOI MELHOR NO 1º, MAS ERROU MUITOS PASSES - Desde o primeiro minuto da partida, o Leão da 13 partiu para cima do adversário, pois precisava do resultado. O time de Araras, mas recuado só saia na boa. Aos 7 minutos, Emilio fez boa jogada e tocou para Luciano Gigante que chutou por cima, perdendo boa oportunidade.
Com melhor toque, o União São João envolvia o alvinegro barbarense, mas a defesa do Leão da 13 estava bem postando.
Mas os erros de passes por parte do Barbarense irritou seu torcedor. Houve um lance duvidoso em que o zagueiro ararense tocou a mão na bola na área, mas o arbitro não anotou nada.
O único lance de perigo do São João foi aos 41 minutos, quando Roberto Santos apareceu livre e na entrada da pequena área chutou e Gabriel evitou gol certo.
EMERSON EVITA GOLS E TÉCNICA ERRA NA ALTERAÇÃO - As duas equipes retornaram para a etapa final com as mesmas formações. O União Barbarense sabia que precisava vencer. Aos 4 minutos, Luciano Gigante, fez bela jogada, e cruzou, mas Emilio chegou atrasado, perdendo o gol.
Mas Emilio se redimiu aos 10 minutos, quando passou por dois adversários, e na cara do gol obrigou o goleiro Emerson a praticar excelente defesa.
O técnico Paulo Roberto deixou todo o estádio irritado quando aos 17 minutos, sacou Emilio que vinha bem, infernizando a zaga adversária e colocou Alysson. Ele foi chamado de "burro".
O goleiro Emerson principal valor do time adversário voltou a aparecer aos 35 minutos, quando Alysson chutou.
Final uma partida sem gols. Enfrentando o líder até que poderia ser sido um bom resultado e o União não tivesse perdido pontos para o Marília e o Osasco, jogando em casa. Foi o terceiro empate do Leão da 13 no campeonato.
Alguns jogadores voltaram a não render o que se esperava deles, como Vitor, Danilinho. Já outros estiveram bem como Du Lopes, Luciano Gigante.
Esse resultado tirou o alvinegro da zona de classificação e agora terá que somar pontos fora de casa, a começar de sábado. Nada está perdido ainda, mas a situação ficou mais difícil. O alviverde de Araras chegou a 15 jogos invictos.
EM SOROCABA SEM GIGANTE - A grande baixa do União Barbarense para a partida de sábado em Sorocaba, ás 16 horas contra o Atlético, será Luciano Gigante que recebeu o terceiro cartão amarelo.
Equipes locais realizam amistosos contra a Ponte
A Escola de Futebol Gold Society com sua equipe categoria sub-15 e o 1º de Maio do bairro Santa Rita com sua equipe sub-15, irão realizar nesta quinta-feira , amistosos contra a Ponte Preta de Campinas.
As partidas irão acontecer no campo do Centro Social Urbano( CSU) a partir das 14h30.
COPA RIO DAS PEDRAS
Pela Copa Rio das Pedras, a Escola Gold Society estreiou bem nas categorias sub-11,13 e 15, diante do União Porto de Piracicaba.A equipe sub 11 goleou por 9x0.Já no sub-13 vitoria dos barbarenses por 1x0.No sub-15, vitória por 3x0.
A segunda rodada será no sábado pela manhã(8h3) no estádio municipal de Rio das Pedras, e os barbarenses irão enfrentar nas três categorias a Ponte Preta de Americana.
Truco: inscrições continuam abertas
Continuam abertas as inscrições no Campeonato Barbarense de truco 2010, a Fábrica de Amizades. Interessados podem retirar as fichas de inscrição das 8 às 17 horas na SEME (Secretaria Municipal de Esportes) localizada na rua Prudente de Moraes, 250 centro.em frente ao Terminal Urbano Mais informações podem ser obtidas pelos telefones 3455-1231 /34551612
Dentinho salva mais uma vez
Dentinho está em fase especial. E mais uma vez assumiu o papel de salvador. Reserva, o atacante saiu do banco ontem e evitou a derrota do Corinthians para o Independiente Medellín. Com gols aos 39min do segundo tempo, ele decretou o empate por 1 a 1 em Bogotá, no estádio El Campín. O resultado mantém a equipe brasileira na liderança do grupo 1 da Libertadores.
Autor dos últimos quatro gols da equipe nas últimas quatro partidas, Dentinho ainda amarga a reserva, mas já carrega consigo o rótulo de jogador mais decisivo no momento. E, com futebol, pressiona Mano Menezes por uma vaga entre os titulares. "É tudo fruto do trabalho, estou buscando meu espaço. Foi um golaço, acho que o gol mais bonito da minha carreira", comemorou o atacante.
A igualdade leva o Corinthians aos quatro pontos e à liderança isolada de sua chave, seguido por Racing (três pontos), Independiente (dois) e Cerro Porteño (um). Mas chegar ao empate não foi fácil.
Arriscando-se pouco e apostando na segurança da defesa, a equipe alvinegra mostrou como será sua postura longe do Pacaembu: ataques pontuais, com poucos jogadores e muita preocupação defensiva. Entre correr o risco pela vitória e administrar a igualdade, a preferência será pela segunda opção.
No entanto, o gol sofrido aos 31min do segundo tempo quase atrapalhou os planos corintianos. Por isso, o time de Mano Menezes gostou do resultado na altitude de Bogotá, localizada a 2.640 metros acima do nível do mar. "Foi muito difícil jogar aqui, mas conseguimos nos superar e empatar um jogo muito difícil", vibrou Elias.
O Corinthians se propôs a jogar nesta quarta-feira como os times sul-americanos costumam fazer como visitantes: recuado, correndo poucos riscos e apostando em avanços raros, mas precisos. Como não pôde contar com Alessandro, reclamando de dores musculares, Mano optou pela entrada de Marcelo Mattos na direita para manter tal postura.
A alteração também fez o treinador optar por Jucilei no meio-campo, ocupando a vaga de Tcheco. Elias, assim, virou presença constante no ataque. Ou nas tentativas de ataque. Isso porque o Corinthians pouco se lançou no campo ofensivo. Quando o fez, buscou jogadas agudas, todas sem sucesso. Ronaldo recebeu poucas bolas. Nas raras vezes em que foi acionado, nada fez.
O Independiente, por sua vez, procurou mais o campo de ataque. Durante boa parte do primeiro tempo, o time brasileiro mostrou seguranças atrás. Cedeu poucos espaços. Em dois vacilos, contudo, foram dois sustos. A falta de pontaria e o preciosismo de Pardo salvaram o Corinthians.
No outro gol, Bobadilla teve pouco trabalho. Tomou um susto em cobrança de falta de Roberto Carlos e saiu bem do gol nas duas vezes em que precisou, desarmando Elias e Roberto Carlos. “O importante é que não tomamos gol. Vamos ver se voltamos um pouco melhor para conseguir a vitória no segundo tempo”, analisou Felipe.
Na etapa final, o cenário da partida sofreu poucas mudanças nos primeiros minutos. Bem posicionadas, as duas defesas se sobressaíram. Ambos os times, então, passaram a apostar nos chutes de longa distância.
Foi quando o Independiente, enfim, superou a defesa alvinegra. Valoyes contou com um desvio no meio do caminho para dominar na frente de Felipe e mandar para o fundo das redes. O Corinthians, então, começou a fazer algo inédito nessa partida: atacar. Foi quando brilhou a estrela de Dentinho. Com um belo chute da entrada da área, o camisa 17 acertou o canto superior esquerdo e chegou ao empate. A partir daí, o Corinthians voltou a se defender e assegurou o empate.
Santos massacra o Naviraiense na Vila Belmiro: 10 a 0
O Naviraiense-MS passeou em Santos, conheceu a Vila Belmiro, a praia. Volta para casa hoje com a bagagem cheia de gols. O time sul-mato-grossense não foi páreo para o futebol rápido de Neymar, Robinho e companhia, nesta quarta-feira à noite, na Vila Belmiro. O Peixe, como se estivesse treinando, massacrou: fez 10 a 0. Quem pensava que o Jacaré engrossaria a partida, já que no primeiro jogo, em Campo Grande (MS), segurou a equipe alvinegra e perdeu apenas por 1 a 0, se enganou. Agora, o Peixe pega o Remo (PA), pela segunda fase da competição.
Fácil demais - Se a ideia do Santos era exorcizar o fantasma do CSA-AL, que, no ano passado, contrariou os progonósticos, venceu na Vila e despachou o Alvinegro, a missão está muito bem cumprida. A defasagem técnica e física entre santistas e sul-mato-grossenses ficou escancarada desde o início da partida, com o Peixe jogando dentro do campo do Jacaré, que não conseguia sair.
Todas as divididas eram do Santos. Os atletas de branco corriam muito mais que os de laranja e verdade. Isso sem contar que o Peixe ainda tem Neymar, Robinho, Ganso, André, Marquinhos...
A diferença era tão grande que mal dá para se fazer uma análise tática da partida. O Santos entrou em campo num 4-3-3 clássico: com Marquinhos e Paulo Henrique Ganso armando as jogadas para Neymar, André e Robinho. Já o Naviraiense, tentava parar os santistas com duas linhas de quatro. Tentava. O ritmo santista era alucinante e os jogadores do Jacaré não sabiam para onde correr.
O primeiro gol santista saiu aos 9. Robinho pedalou pela direita, deixou seu marcador tonto e rolou para Ganso, sozinho na pequena área completar. Mas a goleada viria um pouco mais tarde, apesar do ritmo de treino. Deu tempo até para o Naviraiense ameaçar. Aos 19, Marcelo Castelli fez boa jogada pela esquerda e cruzou para Tom completar. O atacante acertou a trave. Foi só isso que o time visitante fez durante todo o jogo.
A partir dos 28, o Santos desandou a fazer gols. Primeiro, Neymar passou para Pará, que entrou pela esquerda e cruzou para André. O atacante recebeu, girou e bateu de pé direito. Aos 29, Robinho acerta um lindo passe para Neymar. O garoto invadiu a área, limpou os marcadores e afundou de esquerda. Aos 31, Neymar retribuiu e largou Robinho livre. O camisa 7 avançou e, com um lindo toque, encobriu o goleiro marcando o quarto. Não perca as contas.
O Narivaiense estava atordoado e ainda perdeu o volante Jacó, expulso, aos 35, pelo acúmulo de dois cartões amarelos. E o Santos continuava impiedoso. Aos 37, Ganso cobrou falta pela meia direita e acertou o travessão. Na sobra, André marcou o quinto. Marquinhos, aos 45, fez o sexto, chutando de fora da área. A bola desviou no meio do caminho e enganou o goleiro Aldo.
Pintura de Neymar
O Santos seguiu fazendo gols com muita facilidade no segundo tempo. Logo aos 9, Neymar marcou daqueles de antologia. Dentro da área, num curto espaço, ele driblou três marcadores e o goleiro Aldo antes de empurrar para as redes. Aos 14, foi a vez de André marcar mais um. Pará cruzou pela esquerda, Neymar deixou passar e o camisa 9 entrou sozinho para empurrar para o gol.
Estava 8 a 0, mas ainda dava para chegar ao 10. Para isso, o técnico Dorival Júnior colocou Madson em campo, no lugar de Robinho, que saiu ovacionado pelos 11 mil torcedores que foram à Vila. O baixinho entrou aos 16 e, em seu primeiro lance, aos 21, fez o novo. Ele jogou a bola para Neymar e correu para receber dentro da área. Na saída do goleiro, deu um toque de esquerda e fez.
O décimo saiu aos 31. Madson cobrou falta com categoria, de esquerda, e acertou o ângulo direito de Aldo, que não aguentava mais buscar a bola tantas vezes no fundo das redes.
Volantes dizem que Palmeiras pode surpreender Santos
Em má fase, ocupando apenas a oitava colocação do Campeonato Paulista, o Palmeiras se prepara em Itu para o confronto do próximo domingo contra o líder Santos. Apesar da diferença nos momentos das equipes, os volantes Pierre e Márcio Araújo declararam ontem que o time palmeirense pode surpreender no clássico.
"Acho que o Santos tem um ligeiro favoritismo por jogar em casa e pelo momento atual, mas o Palmeiras vai para a Vila Belmiro como time grande" afirmou Pierre. "Contra o São Paulo achavam que o nosso time estava morto, mas provamos justamente o inverso. Temos capacidade e elenco para dar a volta por cima e vamos jogar de igual para igual", completou Márcio Araújo.
Melhor ataque da competição, ao lado do Santo André, com 33 gols marcados, o Santos tem surpreendido pelo futebol veloz e ofensivo que vem jogando. Márcio Araújo reconhece a qualidade do adversário, mas acredita na marcação do Palmeiras. "A atenção precisa ser redobrada, pois eles possuem um ataque rápido e habilidoso. Além de marcar forte, temos que saber jogar", comentou o volante.
Já Pierre acredita que para sair da Vila Belmiro com um bom resultado o Palmeiras não pode se preocupar só com a marcação. Para ele, "a equipe precisa mostrar seu potencial, já que no elenco também possui diversos jogadores com capacidade para desequilibrar".
Fórmula 1 elimina abastecimento e aumenta pontuação
A Fórmula 1 atirou fora as bombas de combustível, turbinou o sistema de pontuação e ampliou o grid de largada e o calendário de provas para 2010.
O principal objetivo é tornar o glamoroso esporte mais empolgante e incentivar os pilotos a fazer de tudo para vencer corridas, ao invés de se acomodarem com a segunda colocação e uma pontuação confortável.
A seguir, as principais novidades e mudanças para a temporada de 19 provas, que começa no Barein no dia 14 de março, além de seu provável impacto no que acontece na pista.
ABASTECIMENTO PROIBIDO - Pela primeira vez desde 1993, os carros devem largar com o tanque cheio para durar a corrida inteira. O tamanho dos tanques aumentou de cerca de 80 para 250 litros, e a distância entre os eixos dos carros será maior.
Os pilotos ainda terão que parar para as trocas de pneus, que agora podem levar somente três segundos e se tornar uma estratégia crucial.
"Olhando os testes, acho que vamos ter muitas estratégias incomuns na corrida", disse o atual campeão mundial Jenson Button. "Creio que veremos equipes tentando parar duas ou três voltas antes dos rivais para sair com pneus novos e passá-los pra trás."
"Também veremos as equipes que não são tão competitivas tentando loucamente estratégias como ir para os boxes depois da primeira volta esperando durar até o final da prova", completou.
Com uma ênfase maior na economia de combustível, a modalidade também espera apresentar uma imagem mais ecológica. O peso dos carros na largada não será mais divulgado.
PONTOS - O sistema de pontuação agora se parece mais ao da MotoGP, com os dez primeiros recebendo pontos e o vencedor ficando com 25 em vez de dez pontos.
O novo sistema adota o formato 25-18-15-12-10-8-6-4-2-1.
KERS - Os times concordaram em não utilizar o Kers (sistema de recuperação de energia cinética), que ajudou McLaren e Ferrari a vencer provas na última temporada.
O sistema, de eficácia comprovada pela Ferrari de Kimi Raikkonen na Bélgica no ano passado, dava aos pilotos um breve impulso adicional de potência com o toque de um botão. O peso mínimo dos carros subiu de 605 para 620 quilos.
PNEUS - Os pneus dianteiros ficaram mais estreitos, e será mais difícil para os compostos compensarem devido ao aumento no peso dos carros.
Os pilotos que alcançarem a terceira e última fase dos treinos classificatórios terão que largar com o mesmo jogo de pneus com que estabeleceram seu tempo no grid, o que irá introduzir um elemento estratégico a mais à corrida.
O número de jogos de pneus para piso seco de cada equipe foi reduzido de 14 para 11. Um jogo deve ser devolvido após a primeira sessão de treino e dois após a segunda bateria.
Os protetores de calotas usados por muitos em 2009 não serão permitidos.
TESTES - Os testes durante a temporada continuam proibidos, mas um novo regulamento permite às escuderias testar um piloto substituto se ele não tiver participado de nenhum grande prêmio nos dois anos anteriores.
Neste caso, um dia de teste na pista será permitido em um circuito não usado na Fórmula 1 e "entre o início da semana que precede o segundo evento e o último evento do campeonato".
EQUIPES E CORRIDAS - O grid foi ampliado de dez equipes e 20 carros para 12 equipes e 24 carros. Três novos times ganharam vagas - Virgin Racing, Lotus F1 e Hispania Racing F1 (ou HRT, antiga Campos).
O campeonato também aumentou de 17 para 19 corridas com o acréscimo da prova da Coreia do Sul e a volta do GP do Canadá.
CLASSIFICAÇÃO - Como haverá 24 carros, os sete mais lentos (ao invés dos cinco em 2009) serão eliminados após a primeira sessão de treinos e outros sete após a segunda bateria.
Todos se classificarão com pouco combustível.
FISCAIS - Ex-pilotos veteranos da F-1 irão compor o painel de fiscais de pista, com quatro deles em cada corrida ao invés dos três anteriores.
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