Variedades
Herdeiros de Michael Jackson fecham
contrato recorde
Os administradores do espólio do cantor Michael Jackson assinaram o maior contrato da história da indústria fonográfica com a Sony Music, estimado em mais de US$ 200 milhões, segundo dados publicados pela imprensa americana.
O acordo envolve os direitos de venda do catálogo completo do artista e de aproveitamento de um vasto legado de gravações inéditas.
O contrato prevê o lançamento de dez discos ao longo dos próximos sete anos.
O contrato com a Sony pode chegar a até US$ 250 milhões, segundo reportagem publicada nesta segunda-feira pelo "Wall Street Journal", citando fontes que trabalharam no negócio.
O valor pode aumentar dependendo da comercialização de discos antigos e artigos de colecionadores relacionados ao cantor. Os direitos da trilha sonora do filme póstumo "This is It" também foram incluídos no contrato.
Sucesso póstumo
A Sony vendeu cerca de 31 milhões dos discos de Michael Jackson desde a sua morte, no dia 25 de junho. O cantor foi um dos maiores sucessos de venda do ano passado.
A esperança dos administradores do espólio de Michael Jackson é usar o dinheiro do contrato para pagar as várias dívidas que o cantor deixou.
Um anúncio oficial com mais detalhes sobre o contrato deve ser feito nesta terça-feira.
O cantor morreu em Los Angeles em junho, aos 50 anos, a poucas semanas de uma série de shows em Londres.
A polícia concluiu que Michael Jackson morreu em decorrência do uso do anestésico Propofol. Seu médico, Conrad Murray, foi indiciado por homicídio culposo, mas declarou-se inocente.
Oitavo ano de "24 Horas" perde rumo em meio a subtramas desconexas
O agente Jack Bauer virou vovô na oitava temporada de "24 Horas". Mas foram os roteiristas da série que envelheceram e encaretaram, transformando o enredo em um amontoado de subtramas desconectadas e com gente desinteressante ocupando a maior parte das 24 horas mais importantes do ano para o canal Fox.
Hoje o oitavo ano estreia na TV paga brasileira. Enquanto isso, nos EUA, já foi ao ar quase a metade dos episódios. Os boatos já dão conta de que esta será a última temporada do seriado de ação. A audiência não anda ligando tanto para o dinheiro investido por temporada --estimado em US$ 40 milhões.
Kiefer Sutherland já interpretou torturas questionáveis até a sétima temporada. Matou um chefe, entregou o melhor amigo, fez o que achava que precisava para salvar os EUA.
Neste ano, não sabe direito para onde deve ir. À beira da aposentadoria, sua única intenção parece ser, contraditoriamente, a de recuperar o antigo emprego de volta.
Seus colegas também estão perdidos. Chloe (Mary Lynn Rajskub) e Renee (Annie Wersching) voltaram para o seriado, mas não têm funções que vão muito além da cara de choro.
A única personagem consistente é a presidente dos EUA, em negociação para um tratado de desarmamento de um país fictício do Oriente Médio.
É a ameaça contra a vida dessa dirigente que vai movimentar o seriado. O resto do elenco desfila suas desimportâncias, parecendo existir apenas para passar o tempo.
O público vai sofrer por Jack. Coisas ruins parecem sempre à sua espreita, e ele ganhou afeição com o passar dos anos. Mas o enredo frouxo indica que chegou o fim de uma era para esta que foi a primeira série com o imaginário pós-11 de Setembro.
Tomara que Jack tenha uma retirada digna. Ele merece.
'Toda Sexta' sai do ar em maio
Os fãs do programa de Adriane Galisteu na Band ficarão tristes com a notícia a seguir: o Toda Sexta sairá do ar em maio, e ainda não tem previsão de voltar.
Isso porque a emissora terá que fazer alterações em sua grade devido a cobertura da Copa do Mundo, e alguns programas serão cortados. O de Galisteu é um deles.
E como a apresentadora está grávida, com previsão de ter o pequeno Vittorio em julho, o Toda Sexta fica suspenso até que se decida o que acontecerá com ele. O contrato de Galisteu com a emissora vai até janeiro de 2011.
editor@diariosbo.com.br