Confusão
em bar
acaba com soldador baleado, no Santa Rita
Por
volta das 20h15 de anteontem Joel Aparecido Alves de Souza, 42
anos, soldador, morador no bairro Vista Alegre estava no Bar do
Carlão na Rua Olimpio Amaro da Silva, no bairro Santa Rita,
quando por motivos a serem apurados, foi baleado por Adriani Antonio
Nunes, 31 anos. Um dos projéteis atingiu o queixo e se
alojou no ombro direito. Outro disparo atingiu o braço
esquerdo. O agressor fugiu e a vitíma foi socorrida e encaminhada
ao CMM e posteriormente ao Hospital Santa Bárbara.
Os policiais militares Ademilson e Sartoratto atenderam a ocorrência
e estiveram na residência do acusado que fica localizada
no mesmo bairro, mas ele não foi encontrado.
Encapuzados invadem garagem da VIBA
No início da madrugada de ontem, três indivíduos
encapuzados e armados com pistolas após pularem o muro
dos fundos da garagem, invadiram a Viação Barbarense
(VIBA) localizada na Vila Santa Luzia. Os indivíduos dominaram
o lavador Samar de Souza Silva, 29 anos e Wilson de Almeida. Roubaram
dois telefones celulares e trancaram os funcionários num
banheiro dos fundos. Em seguida rumaram até o setor de
escritórios da empresa e ao arrombarem uma porta de acesso
ao escritório o alarme soou e os ladrões fugiram.
Policiais militares estiveram na empresa, mas não encontraram
os assaltantes que somente conseguiram levar os celulares.
Construtor ferido a facada
em churrasco - Na tarde anteontem
ocorria um churrasco na casa do construtor Antonio Francisco Castro
Filho, 44 anos. Por lá estava também um tal de Osvaldo,
vulgo “Soró” que reside no quintal da casa
de Antonio e que estava embriagado.
Após rápida discussão entre Antonio e “Soró”,
este último armou-se com uma faca vindo a desferir um golpe
que atingiu o lado esquerdo do pescoço de Antonio.
O agressor se evadiu, enquanto a vitíma foi socorrida até
o Centro Médico Municipal. No plantão policial foi
registrada a ocorrência como tentativa de homicídio.
Carcereiros
vivem situações limites
Com
as cadeias superlotadas, os carcereiros vivem situações
limites. Eles enfrentam uma série de riscos, desde virarem
reféns em rebeliões até serem agredidos fisicamente
ou mortos.
Uma dessas situações foi enfrentada pelos carcereiros
da Cadeira Pública local “Carcereiro Pedro Cromo”,
na última segunda-feira, durante uma tentativa de fuga.
Um preso chegou a desferir um tiro na direção de
um dos carcereiros. Atualmente, a cadeia conta com 136 presos,
distribuídos em quatro celas, com capacidade para apenas
24 presos.
O carcereiro Luiz Antonio Mussi da Silva, que trabalha na cadeia
local e em maio do próximo ano irá completar 20
anos de profissão, tem em seu currículo algumas
experiências tristes e desagradáveis. Ele contou
que já tentaram pegá-lo como refém, agredi-lo
com golpes de estiletes, enfrentar princípios de motim,
socorrer um colega ferido e retirar presos mortos da carceragem.
Tudo isso fez com que amadurecesse e também enfrentasse
problemas de stress e esgotamento nervoso. Aliás, foi em
uma experiência desagradável que resolveu buscar
um treinamento de defesa pessoal, que custeou com os seus próprios
recursos. Ele treina há quase 10 anos Artes Marciais, para
aumentar o seu autocontrole e também se defender.
De acordo com ele, optou pela profissão em busca de melhoria
de vida. No início de sua vida profissional, atuou como
serralheiro artístico, servente na Educação
e depois prestou concurso público para a Polícia
Civil, sendo que entre carcereiro e auxiliar de necropsia, optou
pela primeira opção. Ele disse que começou
atuar como carcereiro foi difícil porque é uma profissão
perigosa e ninguém quer.
Treinamentos
- Para
Mussi da Silva o setor administrativo e o governo deveriam dar
mais treinamentos aos carcereiros, principalmente de defesa civil.
Outra necessidade que aponta é maior diálogo porque
é o carcereiro que vive o dia-a-dia da área. Ele
disse ainda que a falta de pessoal é outro problema, o
que aumenta o horário de trabalho deles, chegando, às
vezes, em até 240 horas mensais. Isso ocorre por causa
do Regime Especial de Trabalho, que deveria ser apenas para algo
anormal, mas acabou se tornando normal. “Todo trabalhador
que excede a sua carga ganha por isso, porém, isso traz
também desgastes.”
Segundo o carcereiro, o profissional também é visto,
muitas vezes, com desconfiança, principalmente, quando
ocorrem fugas. Os primeiros questionamentos são se o carcereiro
facilitou a fuga. No entanto, destacou que, ultimamente, os profissionais
estão sendo visto com mais respeito por toda a Corporação.
Conforme relatou Mussi da Silva, o trabalho do profissional é
impedir que o preso fuja. A função consiste, principalmente,
em abrir e fechar cadeados, bem como olhar paredes, teto e piso
para ver se não há buracos. A relação
com os presos, disse, que procura ser a melhor possível.
“A maior parte dos presos nos respeita. Além disso,
procuramos tratá-los com educação.”
Acidente
deixa um morto e 5 feridos
Uma pessoa morreu e cinco ficaram gravemente feridas na noite
de quinta-feira em um acidente na Rodovia SP-101, na cidade de
Monte Mor. O acidente envolveu três veículos, na
rodovia que liga Campinas a Capivari. As vitímas graves
foram levadas para o hospital de Monte Mor.
Dois carros depenados são
encontrados - Os guardas civis
ambientais Sergio e Santos anteontem estavam patrulhamento a Represa
da Areia Branca, quando junto a cabeceira localizaram dois veículos
depenados. Trata-se de um Voyage, placas BLJ 0267 e um Fiat Fiorino,
sem placas e foi constatado que era produto de furto por Itatiba.
Os carros estavam depenados e os motores dos mesmos foram encontrados
nas proximidades.
Garoto de 11 anos é
roubado por gangue - No início da noite de quinta-feira
o estudante T.H.P., 11 anos, conduzia a sua bicicleta no bairro
Siqueira Campos quando cruzou com pelo menos oito indivíduos
que o forçaram a parar e um dos indivíduos armado
apontou o revólver para a cabeça do garoto exigindo
que ele entregasse a bicicleta caso contrário iria matá-lo.
O estudante entregou a bike e saiu chorando. Um boletim de ocorrência
foi registrado.