O município de Santa Bárbara d´Oeste já teve registrados dois casos suspeitos de H1N1 neste ano, cujos exames apontaram resultado negativo. Em Americana, dois casos da doença já foram confirmados e têm três suspeitas. Os casos confirmados em Americana foram de uma gestante (33 anos) e um doente crônico (58 anos) que foram infectados pelo vírus da influenza do tipo A. Por sua vez, os casos cujos exames estão sendo analisados pelo Instituto Adolf Lutz são de uma gestante (26 anos), recém-nascidos e de mulher de 47 anos que foi a óbito no dia 20 de maio no Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi. O Ministério da Saúde anunciou ontem ações para enfrentamento da gripe. Na divulgação aponta que neste ano já foram registradas 55 mortes para H1N1 no Estado de São Paulo, o que representa 90% de todos os óbitos registrados até agora pela doença no Brasil. Neste ano, no Estado de São Paulo foram notificados 1.863 casos de SRAG (Síndrome Respiratório Aguda Grave) e 183 óbitos, sendo 55 para H1N1.
De acordo com o Raio -X da doença divulgado pelo Ministério, de 1º de janeiro a 12 de maio de 2013, foram notificados 4.713 casos hospitalizados de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no País, destes 388 casos foram confirmados para o vírus Influenza A(H1N1). No mesmo período deste ano, foram confirmados 391 óbitos por SRAG, sendo 61 por A(H1N1). Durante o ano de 2012, foram registrados 20.539 casos da SRAG, sendo confirmados 2.614 para A (H1N1). No ano passado, foram contabilizadas 1.931 mortes, sendo 351 pelo vírus pandêmico.
Último caso positivo de H1N1 foi registrado em julho de 2012 em SB
A Prefeitura de Santa Bárbara d\'Oeste, por meio da Secretaria de Saúde, informa que o último caso registrado no município de H1N1 foi em julho de 2012. O único óbito ocorreu no dia 14 de março de 2010. A Secretaria de Saúde de Santa Bárbara d´Oeste como estratégia tem o protocolo de atendimento nas Unidades Básicas de Saúde. Em caso de sintomas de síndrome respiratória aguda grave, o paciente será encaminhado ao pronto-socorro para avaliação e se necessário a internação. Caso haja internação são realizados exames específicos e iniciado o tratamento. Como orientação, o município pede a vacinação dos grupos prioritários (crianças de seis meses a dois anos incompletos, gestantes, puérperas, profissionais da Saúde, pessoas com 60 anos ou mais e pacientes com doenças crônicas. Conforme determinação do Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo, pacientes com doenças crônicas devem apresentar uma receita com indicação médica para aplicação da vacina). Existem também algumas medidas que evitam a transmissão da influenza e outras doenças respiratórias como:
- Frequente lavagem e higienização das mãos, principalmente antes de consumir algum alimento;
- Utilizar lenço descartável para higiene nasal;
- Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;
- Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
- Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
- Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;
- Manter os ambientes bem ventilados;
- Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas de influenza;
- Evitar sair de casa em período de transmissão da doença;
- Evitar aglomerações e ambientes fechados (procurar manter os ambientes ventilados);
- Adotar hábitos saudáveis, como alimentação balanceada e ingestão de líquidos.