Chikungunya: SB registra um caso positivo em 2016 e aguarda notificações

Campanha Todos Juntos Contra o Aedes aegypti ajudou a reduzir os números de casos

Santa Bárbara d’Oeste registrou, no ano passado, um caso positivo de chikungunya e ainda existem notificações aguardando resultado referente ao período. Também em 2016 foram registrados 257 casos positivos de dengue. Este ano, já são cinco casos em investigação para dengue. De acordo com a Secretaria de Saúde de Santa Bárbara d’Oeste em 2016 foram registrados 257 casos positivos de dengue, sendo 227 autóctones e 30 importados. Outras notificações aguardam resultado referente ao período. Já em 2017 temos cinco casos notificados em investigação para dengue e nenhum para chikungunya. Para prevenção das doenças, a Prefeitura de Santa Bárbara d´Oeste segue esse ano com a Campanha “Todos Juntos Contra o Aedes aegypti” - iniciativa promovida em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde. A ação realizada aos sábados tem o objetivo de intensificar as ações de prevenção ao mosquito transmissor da dengue, zika vírus e chikungunya no município. A febre Chikungunya é uma doença causada por vírus do gênero Alphavirus, transmitida por mosquitos do gênero Aedes, sendo o Aedes Aegypti (transmissor da dengue) e o Aedes Albopictus os principais vetores. Os sintomas da doença são febre alta, dor muscular e nas articulações, cefaleia e exantema e costumam durar de três a 10 dias. A letalidade da Chikungunya, segundo a Opas, é rara, sendo menos frequente que nos casos de dengue. Para evitar a transmissão do vírus, é fundamental que as pessoas reforcem as ações de eliminação dos criadouros dos mosquitos. As medidas são as mesmas para o controle da dengue, ou seja, verificar se a caixa d ́água está bem fechada; não acumular vasilhames no quintal; verificar se as calhas não estão entupidas; e colocar areia nos pratos dos vasos de planta, entre outras iniciativas deste tipo. De acordo com informações do Ministério da Saúde, a doença causada por vírus do gênero Alphavirus, a febre Chikungunya é transmitida por mosquitos do gênero Aedes, sendo o Aedes Aegypti (transmissor da dengue) e o Aedes Albopictus os principais vetores. Em 2010, quando o Brasil registrou três casos importados (contraídos no exterior) da doença, o Ministério da Saúde passou a acompanhar e monitorar continuamente a situação do vírus causador da Febre Chikungunya. Até então, o sistema de vigilância só havia detectado casos suspeitos em viajantes, sendo que todos foram descartados após os exames de laboratório. Até o momento não existe um tratamento específico para Chikungunya. Os sintomas são tratados com medicação para a febre (paracetamol) e as dores articulares (antiinflamatórios). Não é recomendado usar o ácido acetil salicílico (AAS) devido ao risco de hemorragia. Recomenda‐se repouso absoluto ao paciente, que deve beber líquidos em abundância. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), desde 2004, o vírus havia sido identificado em 19 países. Porém, a partir do final de 2013, foi registrada transmissão autóctone (dentro do mesmo território) em vários países do Caribe e, em março de 2014, na República Dominicana e Haiti – até então, só África e Ásia tinham circulação do vírus. A Prefeitura de Santa Bárbara d’Oeste segue diariamente ações de controle do vetor realizadas pelos agentes de controle de endemias, como as visitas domiciliares para inspeção e orientação à população quanto às medidas preventivas, bloqueio, controle e retirada de criadouros, nebulização e bloqueio de transmissão, visita a pontos estratégicos e imóveis especiais, busca ativa de suspeitos e atividades de informação, educação e comunicação à população.